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O Banco do Estado de Sergipe (Banese) informou hoje (30) que foi detectada uma quebra de segurança pela instituição e que os dados cadastrais de pessoas que não são clientes do banco foram indevidamente acessados. Em nota, o BC informou que dados sigilosos como senhas, valores movimentados e saldos de contas não foram expostos. Os telefones dos clientes, no entanto, foram capturados por pessoas de fora da instituição.

Segundo o Banese, 395.009 chaves Pix, exclusivamente do tipo telefônico, foram obtidas “por meio de engenharia social”, explica a instituição. Apesar de informar que a atividade maliciosa não compromete senhas, extratos, históricos e informações financeiras, o banco informa que o sistema ao qual os invasores tiveram acesso, denominado Transactional Account Identifier Directory (DICT), também armazena dados como nome, CPF, banco onde a chave está registrada, agência, conta, data de abertura da conta e data de registro da chave Pix.

Segundo o BC, as informações obtidas não permitem a movimentação de recursos nem o acesso a contas ou outras informações financeiras. Pessoas com dados vazados serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo da instituição financeira, sem aviso prévio por meio de ligações, mensagens, SMS ou aplicativos de e-mail.

Segundo o comunicado, o vazamento ocorreu devido a “falhas pontuais” nos sistemas do Banese. O BC informou que tomou as providências necessárias para a apuração do caso e aplicará as medidas sancionatórias previstas na regulamentação.

A autoridade monetária esclareceu que a divulgação do vazamento de dados cadastrais da Pix não é exigida por lei, pois tem pouco impacto para os usuários. Mesmo assim, ele decidiu denunciar o incidente porque estava comprometido com a transparência.

* Assunto e título alterados às 21:10 para esclarecer informações sobre o vazamento.


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