Carteiras digitais são resposta para escassez global de chips semicondutores

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Carteiras digitais são uma nova aposta para os bancos diante da escassez de chips (Imagem: Unsplash/@naipo_de)

A crise na fabricação de chips semicondutores, que começou em 2020 com a Covid-19, durou mais do que o esperado e agora está afetando diretamente o mercado financeiro, uma vez que cartões de crédito e débito utilizam o material em sua fabricação.

Sem previsão de recuperação, a escassez de semicondutores obrigou bancos e outras instituições financeiras para encontrar outras formas de realizar transações presenciais. Uma das soluções encontradas foi acelerar a tokenização de pagamentos.

O sistema de token funciona gerando uma sequência aleatória de 16 caracteres que permite a realização de compras, pagamentos e transações sem a necessidade de cartão físico e garantindo a confidencialidade dos dados do usuário.

A alternativa é uma boa oportunidade para bancos e fintechs começar a oferecer suas próprias carteiras digitais. No Brasil, esse mercado é dominado por empresas como Google, Apple e Samsung Pay – que concentram os dados de transações dos usuários e permitem que eles façam compras e pagamentos online de forma independente.

Com o uso deste tecnologia, os bancos começam a reduzir custos e taxas relacionadas à produção e expedição de cartões físicos, podendo restabelecer uma relação mais próxima com o cliente enquanto a cadeia de fornecimento de chips não for restabelecida.


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