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A dupla vasco Romário e Edmundo fez famosas incursões fora de campo. A rivalidade entre os dois ídolos de São Januário foi novamente comentada por Edmundo, que revelou sua relação com o Baixinho e disse que o egocentrismo é um dos maiores problemas no relacionamento.

“Eu era muito amigo dele, mas o Romário é muito vaidoso e egocêntrico. Em um tempo lá atrás ele foi muito legal comigo. Mas quando chegamos lá, começamos a competir com tudo. De mulheres, de artilharia, de título, de vaga na Seleção. Começamos a ter conflitos. Se eu for para a praia, se ele não falar comigo, eu também não falo ”, começou Edmundo, em entrevista ao podcast Intelligence Ltd.

“Prefiro estar com os meus amigos, com quem posso viver em comunhão. O egocentrismo atrapalha. Isso estava me machucando e me afastando. Tudo gira em torno dele e isso para mim não é possível. Não gosto de falar mal do cara. Ele não mexe comigo e eu também não mexo com ele ”, acrescentou.

Romário não se limitou a ouvir as declarações do ex-companheiro. Ele lembrou o momento em que ultrapassou a artilharia no Estado de 2000. “A corte está toda feliz: o rei, o príncipe e o bobo (Edmundo)”, brincam as falas de Edmundo, que mencionam uma “hierarquia” dentro do Vasco.

O “reino” de São Januário sofreu uma reviravolta quando a braçadeira de capitão, que na época era quase uma coroa, foi passada para Romário. Foi nesse momento que surgiu o famoso depoimento de Edmundo: “Eu estava dentro da minha casa, chegou outra pessoa e deitou-se na minha cama”. Em seguida, Baixinho rebateu dizendo que a situação “não era problema dele” e disse que, sim, a perda da posição de capitão “foi triste”.

Na manhã desta quinta-feira, Romário postou no Twitter a seguinte legenda: “Já estou com 55 anos e, para mim, já está tudo bem e resolvido há muito tempo, mas como essa besteira continua, pegue isso #tbt”.

Por fim, na entrevista ao Podcast, Edmundo revelou os bastidores da época em que trabalharam juntos no Vasco.

“Os dirigentes me disseram que iam contratar Romário apenas para a Copa do Mundo, pois era um título que o clube queria muito conquistar. Como perdi o pênalti na final, fui o primeiro a sair de férias e quando voltei ele ainda estava lá. Depois, o nome dele foi escolhido para capitão, que era o meu posto. Não foi isso que estava combinado e recusei-me a jogar ”, concluiu.

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