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a empresária Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração da Magazine Luiza, disse nesta quarta-feira (22) que embora o presidente Jair Bolsonaro não foi vacinado contra covid-19 e levanta dúvidas sobre a campanha, ele e seu grupo político não atrapalharam o movimento Unidos pela Vacina.

Liderada por Luiza em parceria com outros empresários e integrantes do grupo Mulheres do brasil, o movimento direcionou doações e prestou apoio logístico às prefeituras na vacinação. Até o momento, afirmam seus representantes, já foram mais de R $ 50 milhões em doações e 1,95 milhão de itens entregues ao Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo freezers, câmaras frigoríficas, computadores, estruturas para vacinação drive-thru e até combustível para as equipes chegarem aos cantos do país.

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Mais de uma vez, em entrevista coletiva sobre os resultados da iniciativa, Trajano pediu união e evitou criticar o papel do governo federal no enfrentamento da pandemia. “O presidente pode até ter dito que não foi vacinado, mas não atrapalhou a Unidos pela Vacina. Você não pode dizer um” a “sobre isso. É a posição dele pessoal e nós a respeitamos como qualquer outra opinião, porque tem muita religião que não aceita [a vacina] e nós respeitamos isso “, disse ele.” O que estamos pregando muito é a unidade. Não dá para ficar acusando de um lado ou de outro quando tem muita gente precisando de comida na mesa, quando falta emprego ”, continuou.

A empresária, que lidera o Mulheres pelo Brasil, disse que o grupo está preparando um documento com sugestões de políticas de saúde, educação, emprego e habitação para os próximos 10 anos.

Questionada sobre a situação econômica do país, com as expectativas de crescimento do PIB revisadas tanto para este ano quanto para 2022 por analistas, ela disse ter consciência de que o primeiro passo, a vacinação, já havia sido dado. “Sem a vacina você não pode ir a lugar nenhum. E os números estão aí”, ele disse.

Luiza disse que, em dezembro, pesquisas do Mulheres pelo Brasil detectaram resistência à vacinação na população, mas à medida que a campanha avançava e a vacina se mostrava eficaz na redução de mortes, a população aderiu a ela.

“O país tem uma cultura de vacinação que outros não têm”, lembrou. Indiretamente, ela reconheceu que as posições dos membros do governo federal eram problemáticas, por exemplo, daqueles que questionavam a qualidade das vacinas disponíveis. Ela disse, porém, que o movimento optou por não abordar isso porque sabia que cada estado e município decidiria o que fazer. Ela disse que o foco do movimento era “ajudar e não criticar” e que, mesmo por isso, não teria encontrado resistências, salvo menções de que estava agindo em seu próprio interesse para fortalecer uma possível candidatura presidencial.

“Naquele momento tínhamos que focar no que dava certo, não havia resistência. Eles nunca falaram que não ia funcionar [o Unidos pela Vacina], que era política. O máximo que saiu é que seria candidato, o que já neguei dez vezes ”, afirmou.

“Quando o movimento começou, o próprio pessoal da Revista me disse para me preparar, que poderia levar muitos golpes. Eu me preparei. O máximo que falaram foi que eu seria candidato, vice de fulano de tal. Mas Nunca recebi nenhum político “para conversar sobre candidatura, disse ele.

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