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O Movimento Brasil Competitivo (MBC), fundado em 2001 por Jorge Gerdau e outros empresários, citado no ofício do Ministério da Economia como parceiro do estudo Custo Brasil, não participou da elaboração das propostas encaminhadas ao Ministério do Meio Ambiente, incluindo a concessão automática de licenças devido à demora na análise dos pedidos de licença e alteração de limites que dependem da anuência do IBAMA para o corte de vegetação na Mata Atlântica.

O estudo calculou a dificuldade de empreender no Brasil e atingiu um custo em torno de R $ 1,5 trilhão, equivalente a 22% do Produto Interno Bruto de 2019.

A assessoria de imprensa do MBC enviou nota esclarecendo os limites da parceria com o Ministério da Economia. Veja na íntegra:

“As informações que circulam em alguns veículos da imprensa desde a última quarta-feira, 22, sobre a posição do Movimento Brasil Competitivo sobre a questão ambiental no país são falsas. Nos últimos 20 anos, o MBC tem defendido a competitividade brasileira com base em uma economia sustentável, com foco nos pilares de governança e gestão, redução do Custo Brasil, transformação digital e educação.

Diante disso, o MBC esclarece que em 2019 realizou um projeto de diagnóstico do Custo Brasil em parceria com o Ministério da Economia com o objetivo de medir os obstáculos em diversas áreas. Neste estudo, não há propostas de iniciativas, apenas indicadores e comparações com a OCDE.

Em uma segunda etapa, o MBC apoiou o Ministério da Economia, de forma técnica, no mapeamento de iniciativas já existentes ou em desenvolvimento no governo federal que possam contribuir para a redução do Custo Brasil, sem entrar no mérito ou na defesa de tais propostas.

Não participamos da elaboração ou do debate das propostas mencionadas em ofício do Ministério da Economia. Por isso, reiteramos nosso posicionamento em defesa de uma política nacional de sustentabilidade social, ambiental e econômica ”.


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