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O povo estará unido no dia 7 de setembro em torno de um ideal cívico

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Feliciano Marco – 25/08/2021 4:46 pm

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro durante manifestação na Praça do Três Poderes, em Brasília Foto: Wallace Martins / Futura Press / Conteúdo Estadão

No dia 7 de setembro, entramos no bicentenário da nossa Independência, uma data marcante para a cidadania. E, por uma feliz coincidência, o povo estará nas ruas, unidos em torno de um ideal cívico, em defesa da Constituição e da democracia e contra as tentativas dos comunistas de tomar o poder nas urnas (mesmo que, para isso, tenham que jogar com cartas marcadas e golpes baixos).

Temos inúmeras razões para justificar nossas dúvidas sobre as eleições de 2022: declarações de ex-terroristas que confessam sua intenção de tomar o poder, não apenas de ganhar as eleições; o fato de um condenado ter sido retirado da prisão, ter todos os seus processos anulados por malabarismos judiciais, volta a ser elegível e é dado, pelas mandrágoras, como invencível nas urnas, com 73% de apoio – embora não possa sair nas ruas sem ser molestado (até mesmo no Nordeste brasileiro, seu antigo reduto eleitoral).

Portanto, voltemos à nossa manifestação no dia 7 de setembro. Será um marco histórico da união patriótica de todos os brasileiros. Podemos até considerá-la uma “peregrinação sagrada”, porque o que está em jogo aí é o futuro de nossos netos, que devem herdar uma pátria livre do comunismo materialista. Portanto, se não reagirmos de maneira justa e nos manifestarmos pacificamente neste evento, nossas tradições judaico-cristãs estarão em perigo; afinal, continentes inteiros estão sendo descristianizados por omissão de quem foi escolhido por Deus para ser o sal da terra.

Nós, líderes cristãos, devemos então ser duros e realistas, pintando o quadro atual com cores reais e vivas, mesmo que tenhamos que ser implacáveis ​​com o inimigo, não esquecendo que os poderes do mal nunca cessam de tramar ataques à nossa fé.

Falo em nome de um segmento que me deu uma “procuração em branco” para defender esses princípios e digo que o farei com risco de vida.

João Batista chamou os saduceus e fariseus de “raça de víboras” (Mateus 3: 7). A história se repete hoje, nestes dias conturbados de reversão de valores, do chamado globalismo, que veio a nos confundir.

Reitero a todos que viveremos um momento único e histórico de unidade nacional. Mas, embora o movimento em 7 de setembro seja pacífico, devemos nos prevenir contra a sabotagem de possíveis inimigos infiltrados. O preço da liberdade é a vigilância eterna, como disse Churchill.

Concluo agradecendo a Deus por esta consciência coletiva verde-amarela de um povo bonito, ordeiro e pacífico. Que Ele derrame as bênçãos celestiais mais escolhidas sobre todo o Brasil!

Feliciano marco é pastor e está cumprindo o terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Catedral do Reavivamento dos Ministérios da Assembléia de Deus.

* Este texto reflete a opinião do autor e não necessariamente do Pleno.News.

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