Profissionais de diferentes áreas em Sergipe falam sobre o impacto de ficar sem WhatsApp, Facebook e Instagram


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Em Sergipe, um dos muitos que sentiu o impacto em sua costume foi o corretor de imóveis Rafael Silva Oliveira, que teve sua tarde profissional interrompida, já que em sua área fazer ligações não basta para atrair clientes.

Rafael Silva Oliveira fala sobre interrupção dos negócios – Foto: Arquivo Pessoal

“Minha costume de trabalho, assim como a dos meus colegas, foi afetada por ser totalmente voltada para as redes sociais. É para lá que enviamos imagens, fotos, vídeos de empreendimentos imobiliários, além de textos, como simulações que são feitas para o cliente. Praticamente toda a venda é feita virtualmente. Tivemos que voltar para residência mais cedo por causa disso ”, disse a corretora, que acrescentou que para trabalhar sem o WhatsApp seria necessário reformular o modelo de atendimento, que não teria validade por um dia.

O mesmo problema foi sentido pela confeiteira Soraia Santana, que faz mais de 90% das vendas pelo WhatsApp e Instagram. “Tive vários orçamentos para gastar e os pedidos que tenho que entregar esta semana para confirmar”, disse ele.

Soraia Santana falou sobre o impacto da falta de mídias sociais em seu trabalho – Foto: Arquivo Pessoal

Conforme Soraia, o WhatsApp é o caminho mais veloz para quem trabalha com vendas, acoplado com o Instagram. As ligações são cada vez mais raras e feitas mais pelo público mais velho. “Hoje não tive essa janela de vendas. Todos os dias eu posto uma foto no histórias E no alimentação Comunico-me com o cliente por mensagem. Hoje em dia, as redes sociais são fundamentais para quem trabalha com vendas ”, acrescentou.

Gabriela Passos fala sobre o contratempo causado pela interrupção do trabalho WhatsApp e Instagram – Foto: Arquivo Pessoal

A vitrine da empresária Gabriela Passos, dona de uma loja virtual de semijóias, ainda é Instagram e as vendas são feitas pelo WhatsApp. “Minha venda é direta pelo WhatsApp ou pelo direto do Instagram. A partir do instante em que pararam de funcionar não consegui expor as peças e findar a venda. Foi a tarde toda assim, sozinho conseguimos entregar os pedidos feitos pela manhã, o que estava em andamento ficou em aberto. Foi uma tarde sem cobrança ”, explicou.

A fisioterapeuta Danielle Alencar disse que precisava fazer ligações para substituir as redes sociais – Foto: Arquivo Pessoal

Conforme a fisioterapeuta Danielle Alencar, mudou a forma de trabalhar sem redes sociais. “Com o WhatsApp, as pessoas geralmente não atendem mais o telefone. Não precisei remarcar clientes, porém tive que fazer proximidade novamente por telefone ”, explicou.

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