Projeto realizado por sergipano é selecionado para competição da NASA


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(Arte: Divulgação do Space4Blinds)

O Sistema Solar ganhou vida pelas mãos do analista de sistemas sergipano Aurélio Barreto, 49, e da colega Ana Lima, 19, aluna do Instituto Federal da Bahia (IFBA) em programa 3D desenvolvido para a competição Hackathon Nacional de Aeronáutica e a Administração do Espaço (NASA) denominada ‘International Space Apps Challenge 2021’. O alvo é formar. ferramentas didáticas para o ensino de astronomia voltadas para crianças com deficiência visual.

“Nosso programa é um jogo educativo voltado para crianças com deficiência visual. Utilizando materiais táteis, construídos em impressora 3D, fizemos alguns planetas do Sistema Solar, todos em alto relevo, para que pudéssemos conceder a essas crianças a oportunidade de conhecer este sistema ”, disse o inventor Aurélio Barreto.

A dupla, que participou da primeira e segunda etapas da seleção do programa em Salvador (BA), considerada a maior do país, dado o número de participantes, conquistou o 1º lugar no ranking nacional e foi o 6º mundial.

“A primeira etapa do programa consistia na escolha das equipes e foi quando conheci a Ana. Ela se interessou pelo programa que eu tinha em mente e resolveu ser minha parceira. A segunda etapa foi a criação do programa para ser apresentado em 48 horas ”, explica.

O programa, denominado Space4blinds, competirá com projetos de mais de 320 cidades-sede em volta do planeta e selecionará as dez melhores. Os vencedores terão a oportunidade de apresentar seu programa aos engenheiros da NASA, tal qual participar de um fato astronômico como um lançamento de foguete em uma missão espacial.

Além das figuras representativas do Sistema Solar, a dupla criou dois jogos possíveis com os objetos. “Criamos o enigma o que é, que consiste em identificar de que plano é, só tateando e colocando o objeto no lugar exato. Neste, a criança deve ler em Braille o que está no objeto à sua frente e colocar o respectivo corpo no local indicado ”.

Incentivo

(Arte: Divulgação do Space4Blinds)

Aurélio ainda diz que está ansioso para adquirir o resultado, contudo que independentemente disso, tem um alvo: apresentar o programa nas escolas para estimular o moça inventor que existe nos estudantes de cada instituição.

“Pretendemos ampliar o número de objetos e fazer outros planetas visto que minha vida é ciência e quero exibir aos jovens que é provável formar. e exibir suas ideias, além de ser reconhecido por eles. Meu próximo passo é levar esses projetos às escolas para que esses jovens sejam incentivados a formar., pois pretendo ver mais jovens sergipanos representando o estado no fato do próximo ano ”, assegura Aurélio.

Aurélio aposta na medalha de ouro, contudo a oportunidade já é uma conquista. “Sozinho competir é uma grande felicidade. E eu sou grato por tudo isso ter um significado tão grande. É muito gratificante ser selecionado em um concurso no maior instituto de pesquisa do planeta. Estou concretizado e quero ser inspiração para muitos jovens ”, finaliza.

o hackathon

Hacksthon é um fato concretizado por diferentes instituições e empresas com o alvo de buscar invenções criativas que forneçam soluções para um determinado problema. No caso do promovido pela NASA, os projetos devem ter um caráter global, ou seja, uma solução global para um determinado problema, como, por exemplo, Covid-19, saúde, educação, meio ambiente, entre outros.

O International Space Apps Challenge da NASA foi criado em 2012 e se tornou a maior hackatona do planeta, inspirando milhares de pessoas que são especialistas em tecnologia, ciência, design, empreendedorismo, artes, entre outras áreas do conhecimento, a usar os dados públicos da NASA para formar. projetos inovadores soluções para vários desafios.

Por Luana Maria e Verlane Estácio

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