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SÃO PAULO – Na última sessão do mês de setembro, as atenções voltam-se novamente para o Banco Central nesta quinta-feira (30), com a divulgação feita nesta manhã do Relatório de Inflação e novas projeções para a economia, enquanto no exterior crescem as expectativas de que o Federal Reserve apertará a política monetária nos próximos meses.

No documento, o  BC projetou que o PIB tenha alta de 2,1% em 2022, enquanto a projeção para 2021 foi de 4,6% para 4,7%.

As projeções de inflação do Copom situam-se em torno de 8,5% para 2021, 3,7% para 2022 e 3,2% para 2023. Em agosto, a expectativa era que a inflação chegasse a 6,5% no final desse ano. Esse cenário supõe trajetória de juros que se eleva para 8,25% ao ano neste ano e para 8,50% ao ano durante 2022, e reduz-se para 6,75% ao ano em 2023, destacou o documento.

O diretor de Política Econômica, Fabio Kanczuk, apresenta o relatório às 11h (horário de Brasília), seguido de entrevista do presidente do BC, Roberto Campos Neto.

Já o ministro da Economia, Paulo Guedes, participa às 15h da cerimônia de apresentação do Pavilhão do Brasil na Expo 2020 Dubai. Por aqui, atenção ainda para os dados do mercado de trabalho, com a taxa de desemprego divulgada pela Pnad contínua.

No exterior o Fed permanece no foco, depois de o chair do banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, afirmar que resolver a “tensão” entre inflação alta e desemprego ainda elevado é a questão mais urgente no momento. Esse é um reconhecimento direto de que os dois principais objetivos do banco central norte-americano estão em possível conflito.

Nos EUA, atenção ainda com o  Congresso americano em progresso para um acordo para evitar o “shutdown”, pelo menos até o começo de dezembro. O país ainda conta com o dado final do PIB do segundo trimestre e pedidos de auxílio desemprego.

Confira os destaques:

1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos avançam nesta quinta de manhã, seguindo uma manhã de maior tranquilidade após as bolsas americanas fecharem com leve alta (com exceção do Nasdaq) a sessão da véspera.

Os investidores procuraram estancar o sangramento dos mercados financeiros globais na última quarta-feira, depois de as ações mundiais sofrerem na véspera sua pior queda desde janeiro e os custos dos empréstimos nos Estados Unidos e na Europa dispararem para picos em meses.

Na semana, todos os principais índices estão no vermelho. O Dow caminha para sua quarta sessão negativa entre cinco. O S&P e o Nasdaq podem fechar a semana com os seus piores resultados desde fevereiro.

Operadores desaceleraram as vendas de títulos do Tesouro dos EUA, deixando os rendimentos com pouca alteração, enquanto ficaram de olho nas negociações sobre gastos do governo em Washington. A taxa do Treasury de dez anos fechou a véspera em 1,5288%, de 1,536% no fim da terça-feira.

Nesta data, investidores seguem atentos às movimentações em Washington, uma vez que é o último dia para republicanos e democratas evitarem o chamado “shutdown”, ou paralisação do governo dos EUA (veja mais aqui).

O líder democrata do Senado, Chuck Schumer, anunciou que a votação  de uma lei de extensão do orçamento que evite a paralisação repentina dos serviços públicos ocorrerá nesta quinta-feira. O texto votado prorrogará o orçamento atual até 3 de dezembro.

Na terça, a secretária do Tesouro Janet Yellen afirmou à presidente da Câmara dos Estados Unidos que o Congresso tinha até o dia 18 de outubro para elevar o suspender o teto da dívida do país.

Ásia

As bolsas asiáticas têm resultados variados entre si nesta quinta-feira, à medida que investidores reagem a dados sobre atividade fabril em setembro na China.

Na China continental, o índice Shanghai composto tem alta de 0,9%; em Hong Kong, o índice Hang Seng tem queda de 0,55%.

O Índice do Gerente de Compras (PMI na sigla em inglês) relativo a setembro marcou 49,6 pontos, abaixo da expectativa de 50,1 pontos de analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters. Qualquer leitura abaixo de 50 pontos indica retração; acima, expansão.

Por outro lado, o PMI Caixin/Markit relativo a setembro teve desempenho acima da expectativa, a 50 pontos, frente à leitura de 49,2 pontos registrada em agosto. A China vem passando por problemas de oferta de energia.

Em Hong Kong, as ações da incorporadora China Evergrande tiveram queda de mais de 4% na quinta-feira, após a agência Reuters informar que alguns detentores de títulos receberam na quarta-feira pagamentos que estavam por vencer.

No Japão, o Nikkei recuou 0,31%. O país se prepara para escolher um novo primeiro-ministro, após Fukio Kishida obter a liderança do partido no governo. Na Coreia do Sul, o Kospi teve alta de 0,28%.

Europa

Na Europa, o índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, avança 0,8%, em meio a ganhos de 1,5% de ações do setor de tecnologia. Todos os principais setores e principais bolsas têm altas.

Dados sobre gastos do consumidor indicam alta de 1% na França em agosto em relação ao mês anterior. Em julho, o índice havia caído 2,4%. previsão de analistas ouvidos pela Reuters era de alta de 0,1%.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

*Dow Jones Futuro (EUA), +0,33%
*S&P 500 Futuro (EUA), +0,34%
*Nasdaq Futuro (EUA), +0,37%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), +0,16%
*Dax (Alemanha), -0,28%
*CAC 40 (França), estável
*FTSE MIB (Itália), +0,01%

Ásia

*Nikkei (Japão), -0,31% (fechado)
*Shanghai SE (China), +0,9% (fechado)
*Hang Seng Index (Hong Kong), -0,36% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), +0,28% (fechado)

Commodities e Bitcoin

*Petróleo WTI, -0,24%, a US$ 74,65 o barril
*Petróleo Brent, -0,33%, a US$ 78,38 o barril
*Bitcoin, +1,12% a US$ 42.897,73
*Sobre o minério: **O minério de ferro negociado na Bolsa de Dalian registra alta de 5,41%, a 721,5 iuanes, ou US$ 111,65
USD/CNY = 6,47

 

2. Agenda

Brasil

8h: Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central
9h: Taxa de desemprego de julho apresentada pelo IBGE pela PNAD Contínua, com expectativa de 13,9%
10h: empresário Otávio Fakhoury presta depoimento na CPI da Covid
15h: Reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN)

Estados Unidos

9h30: Pedidos contínuos por seguro-desemprego, com projeção Refinitiv de 335 mil pedidos
9h30: PIB relativo ao segundo trimestre, com projeção Refinitiv de alta de 6,6% em termos anualizados
9h30: Gastos dos consumidores
10h45: PMI de Chicago, relativo a setembro
11h: Depoimento de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve
11h: John Williams, membro do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc), do Fed, realiza um discurso
12h: Raphael Bostic, membro do Fomc, realiza um discurso
12h30: Patrick Harker, do Fomc, faz discurso
13h30: Charles Evans, presidente do Fed de Chicago, realiza um discurso

Japão

20h30: Taxa de desemprego relativa a agosto
20h30: Resumo das opiniões do Banco do Japão
21h30: PMI industrial, relativo a setembro

3. Covid, vacinação e CPI

Na quarta (29), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 544, patamar 7% abaixo daquele de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 643 mortes.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em 7 dias foi de 16.455, alta de 6% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 16.405 novos casos.

Chegou a 145.989.521 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 68,44% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 89.995.594 pessoas, ou 42,19% da população.

A dose de reforço foi aplicada em 821.367 pessoas, ou 0,39% da população.

Um estudo amplo da Universidade de Oxford e do Instituto Nacional de Pesquisas de Saúde divulgado na quarta-feira indicou que ao menos um sintoma de Covid-19 de longo prazo foi encontrado em 37% dos pacientes de três a seis meses depois da infecção do vírus.

Entre os sintomas mais comuns estão problemas respiratórios, fadiga, dor e ansiedade, disse a Universidade de Oxford depois de investigar mais de 270 mil pessoas que se recuperam da Covid-19.

Os sintomas se revelaram mais frequentes em pessoas que foram hospitalizadas com Covid-19 e ligeiramente mais comuns entre mulheres.

O trabalho não apontou causas detalhadas, gravidade ou duração dos sintomas da Covid longa, mas indicou que pessoas mais velhas e homens tiveram mais dificuldades respiratórias e problemas cognitivos, enquanto jovens e mulheres tiveram mais dores de cabeças, sintomas abdominais e ansiedade ou depressão.

“Precisamos identificar os mecanismos subjacentes aos diversos sintomas que podem afetar os sobreviventes”, disse Paul Harrison, professor da Universidade de Oxford que comandou o estudo. Ele afirma que a informação será essencial para evitar ou tratar com eficácia as consequências de saúde de longo prazo da Covid.

Também na quarta, o presidente do Instituto Butantan, Bruno Covas, afirmou em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São Paulo, que a instituição negocia a venda de doses da vacina contra Covid-19 CoronaVac para países da América do Sul e da África.

O Butantan encerrou neste mês o contrato que tinha com o Ministério da Saúde para entrega de 100 milhões de doses da CoronaVac ao Programa Nacional de Imunização (PNI) e iniciou a entrega de doses diretamente a Estados, como Piauí, Pará e Espírito Santo.

Uma fábrica para produção 100% local da vacina está sendo construída na sede do instituto em São Paulo e a expectativa é que ela comece a operar em escala completa no início do ano que vem.

Covas foi indagado sobre como ficaria a fábrica que está sendo construída pelo instituto para a produção 100% nacional da CoronaVac, uma vez que o Ministério da Saúde não firme acordos para comprar mais doses da vacina. Covas destacou que o Butantan tem outros clientes além do ministério para a CoronaVac, que foi desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e que está sendo envasada no Brasil pelo Butantan.

Além disso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autuou na quarta a operadora de planos de Saúde Prevent Senior por “deixar de comunicar aos beneficiários as informações estabelecidas em lei ou pela ANS” e informou que a operadora continua sob investigação. A empresa tem 10 dias para recorrer.

Em nota, a ANS informou que a Prevent Senior, acusada de obrigar médicos a usar o chamado “Kit Covid” –uma série de medicamentos sem eficácia contra a doença–, adotar medidas para esconder mortes e fazer experimentos com pacientes sem autorização, entre outros problemas, ainda está sob investigação por “denúncias sobre cerceamento ao exercício da atividade médica aos prestadores vinculados à rede própria da operadora”.

A empresa é acusada por médicos que lá trabalharam e por pacientes de adotar medidas que incluíam, entre outras, colocar pacientes com mais de 15 dias de UTI em “cuidados paliativos” –que são feitos para casos terminais– mesmo que não houvesse certeza de não recuperação, alterar atestados de óbito para esconder mortes por Covid-19 e iniciar um “estudo” com o kit Covid para demonstrar sua suposta eficácia.

De acordo com depoimento da advogada Bruna Morato à CPI da Covid no Senado, que também investiga a Prevent, o estudo foi iniciado por incentivado do chamado “gabinete paralelo”, um grupo de médicos defensores do chamado “tratamento precoce”, que aconselhavam o presidente Jair Bolsonaro. Morato representa médicos que vêm fazendo denúncias contra a Prevent Senior.

A intenção seria provar que era possível tratar previamente os doentes e evitar lockdowns no país. Já foi comprovado cientificamente que os medicamentos usados nesses casos não tem nenhuma eficácia contra a Covid-19.

Em nota, a Prevent Senior negou que tenha deixado de informar pacientes sobre tratamentos e disse que prestará esclarecimentos à agência reguladora.

4. Preço dos combustíveis, ICMS, reforma do Imposto de Renda e precatórios

Na quarta-feira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que a alta no preço dos combustíveis preocupa o Congresso e defendeu que a Petrobras exerça seu “papel social”.

“A questão dos combustíveis é um tema sensível, que decorre da instabilidade e acaba pressionando muito o câmbio, que tem um reflexo direto no preço dos combustíveis. Em segundo lugar, há um papel importante da Petrobras, que tem que ter um olhar social e de busca de solução desse problema. A Petrobras tem esse papel, e deve unir esforços para a recuperação do preço do combustível que seja condizente com o desenvolvimento do país. Isso pressiona muito a inflação e nós temos que combater”, disse o senador.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse na quarta que discute alternativas como a proposta do governo de fixar a alíquota do ICMS e a criação de um fundo de estabilização em busca de saídas para a alta dos combustíveis. O presidente Bolsonaro vem atribuindo a alta dos preços aos impostos estaduais.

“Nós estamos com três assuntos… que é o projeto que trata do PLP da questão do ICMS ad rem, e a questão de uma possível criação de um fundo de estabilização sem mexer na política de preços da Petrobras no sentido de agredi*r com ingerências de taxação ou de definição de valores, não. Mas um fundo que dê, justamente, um conforto para essas oscilações”, afirmou Lira.

Segundo Lira, esse fundo de estabilização poderia ser criado a partir de recursos advindos de dividendos ou ainda a partir de recursos relacionados ao gás do pré-sal.

No início da semana, a Petrobras havia havia afirmado que sua política de preços de combustíveis seria mantida, e que não participaria de iniciativas para baratear o preço do gás. Mas na noite de quarta a empresa anunciou a criação de um programa social de apoio a famílias de baixa renda, no valor de R$ 300 milhões.

O programa deve ter duração de 15 meses, e tem o objetivo de garantir acesso a insumos essenciais, com foco no botijão de gás.

O anúncio ocorreu no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro afirmou: “O preço do gás onde é engarrafado está na casa dos R$ 50. Não justifica na ponta da linha estar custando R$ 130. Esse preço vai cair à metade, se Deus quiser, pode ter certeza”.

Também na quarta, Pacheco afirmou que a Casa busca uma solução que garanta espaço fiscal para um programa social “robusto” sem ferir o teto de gastos e avaliará se o projeto de reforma do Imposto de Renda, apontado como fonte compensatória pela equipe econômica, é a melhor alternativa.

Pacheco afirmou que, por respeito à Câmara dos Deputados, o projeto que trata de mudanças na cobrança do IR será votado no Senado. Mas ressaltou que haverá uma análise sobre outras possibilidades de fontes de recursos para um novo Bolsa Família.

Na segunda-feira, o Congresso Nacional aprovou Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) que cria as bases para a instituição do novo programa social em substituição ao Bolsa Família e permite que seja usada como medida compensatória proposta que ainda esteja em tramitação no Parlamento.

Esse é o caso, por exemplo, do projeto de reforma do Imposto de Renda, citado como compensação ao novo programa de distribuição de renda pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na exposição de motivos que acompanha o PLN.
O texto que altera o IR ainda aguarda votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, após ter sido aprovado pela Câmara.

Em evento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em Brasília, o ministro da Economia Paulo Guedes afirmou que a aprovação da reforma do Imposto de Renda e da PEC dos Precatórios pelo Congresso vai criar as condições para a implantação do novo Bolsa Família, permitindo que o mercado se acalme e deixe de temer um descontrole fiscal no período pré-eleitoral.

“O medo do mercado é exatamente o seguinte, as eleições vêm aí e as pessoas ficam alucinadas em véspera de eleição, todo mundo fica nervoso, todo mundo quer ganhar voto, todo mundo quer gastar dinheiro, e isso pode ser o caminho para uma derrota eleitoral”, disse o ministro.

O Brasil, assim como vários outros países no mundo, está enfrentando uma inflação alimentada pelos pagamentos feitos pelo governo em medidas de enfrentamento à crise da pandemia da Covid, afirmou Guedes.

“Mas nós estamos preparados para combater isso”, afirmou, destacando a aprovação da autonomia do Banco Central e também medidas para conter a alta dos combustíveis.

5. Radar corporativo

Petrobras (PETR3;PETR4)

Além da aprovação do programa de R$ 300 milhões para subsidiar gás de cozinha, outras notícias agitam o noticiário sobre a Petrobras. Em continuidade ao comunicado de 24 de setembro, a empresa comunicou que sua subsidiária integral Petrobras Global Finance (PGF) concluiu na véspera a liquidação financeira do resgate antecipado dos títulos 4,375% Global Notes e 4,25% Global Notes, ambos com vencimento em 2023.

O valor total do resgate foi equivalente a US$ 1,3 bilhão, excluindo juros capitalizados e não pagos e considerando a taxa de câmbio de US$ 1,1717 por euro para os títulos na moeda.

Sabesp (SBSP3)

A Sabesp anunciou na quarta-feira que o conselho de desestatização do Estado de São Paulo aprovou recomendação para que o governo estadual contrate a International Finance Corporation (IFC) para discutir opções para reestruturação do capital da companhia de água e saneamento. Nos últimos meses, membros do governo estadual têm dado declarações à imprensa sobre possibilidade da Sabesp passar por um processo de privatização.

Petroreconcavo (RECV3)

A Petroreconcavo (RECV3) assinou contrato de compra e venda para suprimento de gás natural da Companhia Potiguar de Gás, a Potigás.

O contrato prevê a entrega de 236 mil metros cúbicos por dia de gás natural a partir de 1 de janeiro de 2022, tendo duração de dois anos.

IRB (IRBR3)

Vendo o IRB  no caminho certo, mas ainda devendo enfrentar muitos desafios, o Credit Suisse manteve a recomendação underperform (desempenho abaixo da média do mercado, ou equivalente à venda) e cortou o preço-alvo para a ação de R$ 7,50 para R$ 5, o que configura um potencial de valorização de 3,5% em relação ao fechamento de quarta.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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