Papão gerou 5.9 na escala Richter

Ah, o Carnaval! Aquela época do ano em que as ruas ganham vida, os blocos de carnaval se multiplicam e as histórias mais malucas acontecem. E desta vez, não foi diferente, especialmente para o jovem turista gaúcho, S.N.J de 21 anos, que acabou vivendo uma aventura inusitada enquanto se jogava nos blocos de Sergipe.

Opa, Será que Foi um Coração ou um Tapão?

S.N.J, com sede de folia, se viu imerso na festa de um bairro da periferia de Sergipe. Mas o que ele não esperava era que sua noite fosse tomar um rumo dramático. Após algumas doses de coragem líquida, nosso herói decidiu arriscar uma paquera com uma sergipana local, V.M de 19 anos, que estava acompanhada do marido.

Mas, calma lá! A investida não foi lá muito bem recebida. De acordo com relatos, o jovem gaúcho soltou uma pérola no ouvido da moça que deixaria até mesmo o Shakespeare com inveja “você é uma prenda muito linda para estar acompanhada desse cheio de verme”,  Resultado? O marido, conhecido como “mão de torpedo” nas redondezas, reagiu com um tapa tão potente e mais rápido que a velocidade do som. E não foi só um tapinha de amor não, foi um tapão digno de novela mexicana, com direito a olho roxo e tudo mais.

De Olho na Perda de Visão

Pois é, parece que o tapão foi tão forte que nosso amigo turista acabou perdendo a visão de um olho. Dizem até que o olho ficou mais estufado que mala de turista em aeroporto.

E Agora, José?

Após o incidente, o jovem turista ficou mais perdido que cego em tiroteio. Segundo relatos de sua mãe, que estava hospedada no hotel e ficou sabendo do ocorrido, ele não se lembra de absolutamente nada daquela noite. Parece que ele até esqueceu de onde veio, o que deixa a gente pensando se o tapão foi tão forte assim ou se foram as doses extras de “esquecimento” que ele tomou.

E quanto ao casal “mão de torpedo” e sua esposa, eles ganharam o título de “defensores da ordem e da harmonia nos blocos de carnaval de Sergipe”. Quem diria que uma noite de festa acabaria em uma história digna de filme de ação?

Reflexões sobre a Vida, o Universo e Tapa na Cara

E a lição que fica disso tudo? Bem, além de aprendermos a respeitar os limites alheios e a não dar em cima de ninguém que já esteja acompanhado, também podemos refletir sobre a importância de mantermos a calma e a compostura, mesmo nas situações mais inusitadas.

Como dizia o sábio Confúcio, “A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.” E neste caso, a derrota foi tão grande que até mesmo o Gauchinho da Picanha ficaria impressionado.

Sobre o Autor

Rodrigo Pessoa é um comunicador multifacetado, jornalista, radialista, escritor de artigos, e ainda encontra tempo para estudar Direito e analisar sistemas. Com um olhar único e um humor peculiar, Rodrigo traz à tona as histórias mais interessantes e inusitadas, sempre com um toque de irreverência e perspicácia.

Contatos:

DRT-RP 0001710/SE